Maurício amava sua mãe. Ele era novo, 20 anos. Trabalhava para pagar sua faculdade e sustentava a si próprio e sua mãe, numa casa em que moravam apenas os dois, "abandonados" pelo falecido pai e marido. Ele era ingênuo e meio confuso, mas esforçado e honesto, características de todo filme hollywoodiano de drama de gente pobre.
Sua mãe tinha orgulho do filho, e rezava todo dia para ele não se meter com crimes e drogas. Ela tinha cerca de 60 anos, assistia todos os programas de talk-show que passavam, cozinhava com amor, e fumava com odor... odor de morte. Em pouco tempo, ela morreu de câncer no pulmão. Em seus últimos momentos, disse ao filho que o amava e que iria encontrar com seu pai no céu, e que eles iriam se orgulhar muito da vida inteira que ele ainda tinha pela frente.
Depois de tantas visitas ao túmulo de sua mãe, Maurício ficara triste, isolado e solitário. Mas ganhou um novo amigo, parceiro de todas as horas, que o acalmava sempre que estava nervoso: o cigarro.
Sua mãe tinha orgulho do filho, e rezava todo dia para ele não se meter com crimes e drogas. Ela tinha cerca de 60 anos, assistia todos os programas de talk-show que passavam, cozinhava com amor, e fumava com odor... odor de morte. Em pouco tempo, ela morreu de câncer no pulmão. Em seus últimos momentos, disse ao filho que o amava e que iria encontrar com seu pai no céu, e que eles iriam se orgulhar muito da vida inteira que ele ainda tinha pela frente.
Depois de tantas visitas ao túmulo de sua mãe, Maurício ficara triste, isolado e solitário. Mas ganhou um novo amigo, parceiro de todas as horas, que o acalmava sempre que estava nervoso: o cigarro.










2,5 farofeiros comentaram.
Não sabia que você também escrevia contos. Estão bem legais, parabéns!
Podia ter herdado o hábito de cozinhar, mas herdou o de fumar. É assim mesmo, a gente nunca herda as coisas boas.
Tá fazendo uma série, é? Amor contemporâneo, amor fraterno... Qual será o próximo?
Feliz Natal, Dalleck!
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